dois coelhos

Esta é a nossa história, dois rapazes destinados um para o outro, que se conheceram quando um tinha 20 anos e o outro 26.
Desde esse dia que a nossa vida mudou para sempre! E vocês são as nossas únicas testemunhas!

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Mexico 2

Depois de uma noite a fazer a mala e nos últimos preparativos para a viagem, saímos de casa por volta das 5h30. O avião partia às 7h, mas ainda teríamos de fazer o check-in da mala de porão. 

No aeroporto desta vez não houve confusões. As bagagens de mão não estavam a rebentar, e nem tivémos de recorrer ao estratagema para levar duas bagagens de mão, coisa que não é (supostamente) permitida na maioria das companhias low cost.

Entre a chegada a Madrid e a partida para Cancun havia um intervalo de 3h30, que foi suficiente para recolher a bagagem e mudar de terminal. Tínhamos levado um farnel, que comemos enquanto esperávamos pelo embarque no voo para Cancun.

Já tinha voado num Boeing 747 há uns anos atrás, mas é sempre uma excitação ver um avião de dois andares, enorme. Não é à toa que lhe chamam Jumbo. Porém, ao contrário dos outros em que viajei, pela KLM, desta vez a manutenção a bordo era um pouco descuidada: muitos dos monitores individuais não funcionavam, o som dos auscultadores era péssimo (e toda a programação era dobrada em espanhol), os assentos ainda tinham cinzeiros do tempo em que se fumava no lugar (1996). Tivémos a sorte de conseguir lugares à janela, mas de directa, claro que dormimos durante todo o voo, só acordando para as refeições.

Pouco mais de 10h depois estávamos a chegar a Cancun. Depois de recolher a mala, o grupo foi dividido por autocarros de acordo com os hotéis para onde iam. Havia alguns portugueses, maioritariamente com sotaque do Porto, mas nenhum para o nosso hotel. A temperatura estava óptima, apesar da humidade elevada.
Cancun vista do ar...

Cerca de 1h30 depois (uns 90km) chegámos ao resort. Durante a viagem uma representante da agência foi dando algumas informações, mas marcou um encontro para o dia seguinte no hotel para explicar como funcionava o seguro de viagem.

O complexo do Grand Palladium está dividido em 4 áreas, como se fossem quatro hotéis distintos. Porém, os hóspedes podem utilizar os recursos de todo o complexo, independentemente de onde estão alojados. O nosso tinha o pomposo nome Grand Palladium Colonial Resort & Spa, e o motivo da escolha prende-se com a localização mais central no meio do resort, perto da maioria dos restaurantes e da praia.
Um dos quatro lobbies do hotel

O resort é, de uma forma geral, uma grande área de floresta de palmeiras, vedada, com edifícios de quartos (mais de 2000) e restaurantes, spas, lojas, bares, discotecas and so on. Uma pequena cidade, pode dizer-se. A ligar os vários blocos, que podem estar até a 2 km de distância, circulam vários 'comboios'.


Logo no check-in, uma surpresa... havia um problema de falta de quartos, e por isso ofereceram-nos um upgrade gratuito para um quarto com jacuzzi. Porém, era um presente envenenado, pois o novo quarto ficava no bloco Riviera, um dos mais afastados dos restaurantes e serviços. Apesar de serem só 500 metros, levavam sempre uns 10 minutos a percorrer. Bem, pelo menos sempre foi uma forma de cuidar do físico.

No check-in puseram-nos uma pulseira, que nos identificava como hóspedes. Uma vez que o regime era tudo incluído, podíamos comer em qualquer restaurante ou beber o que nos apetecesse em qualquer bar, a qualquer hora do dia ou da noite, sem pagar mais um chavo!

Eram horas de jantar, por isso fomos ao quarto mudar de roupa (as malas já lá estavam) e fomos logo até um dos maiores restaurantes, estilo buffet, comer até rebolar. Depois, duas margaritas de fresa a cada um no bar, e fomos para a cama (entre outras coisas) corrigir o jet lag. :D

13 comentários:

  1. Viver bem,com gosto e saber
    Viver bem sem nada perder.
    Saudações amigas.

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    1. Viver com gosto, sempre, Luís.
      Dois abraços.

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  2. É um don´t stop de viagens por aqui :D

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    1. Don't stop me now, uma das músicas da minha vida. :D

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  3. Adoro a subtileza do "entre outras coisas", ahahah.

    E também vos imaginei a dormir no avião, um com a cabeça sobre o ombro do outro. :)

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    1. Por vezes adormeço com a cabeça no ombro dele, sim. É o que dá ser mais baixo, lol.

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  4. Respostas
    1. Foi a única coisa que acabei de reter deste post. Mas quem é que usa uma t-shirt do Benfica? LOLOL

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    2. Namoradinho, relembra-me lá quem é que usa cavas???

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  5. a t-shirt ficou mal na foto :)
    bem, eu n atravessaria o atlântico por um resort.
    mas espero pelos detalhes da viagem :)

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    1. Discordo, acho que a t-shirt foi o que ficou melhor.

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