Não sou exatamente um gajo que está em cima do último grito da moda. Deixo isso para as Pêpas deste mundo, ou para o meu rabbit que me diz 'isto está in, isto está out'.
No entanto, há alguns dias atrás deparei-me com estes quatro artigos verdadeiramente surpreendentes, e cuja função tão depressa não me passaria pela cabeça. Algum palpite?
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
domingo, 20 de janeiro de 2013
A Grande Questão
Para quem, no post anterior "Um Blog Versátil" questionou a razão da primeira afirmação...
(rufar de tambores)
http://mypstory.blogspot.pt/2013/01/nao-gosto-de-usar-mas-olho.html
No caso de não escrever mais nada aqui, é porque ele me matou!
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Um blog versátil
O Lobo Solitário apanhou-nos na caçada, e em vez de nos comer (lol) ofereceu-nos o selo Versatile Blogger Award. Antes de mais, obrigado ao Lobo, que já conhecemos aqui da blogosfera há uns anos, desde o tempo do Tuga, da Kal, Ca*, Adónis, do Sidney, do Mike (a propósito, que é feito dele, Lobo?)... um autêntico Jersey Shore!
Nomear 15 blogs para receber este 'óscar' revelou-se complicado, porque queria nomear mais. Depois de uma complicada seleção, cheguei a estes 18, como no Festival da Eurovisão:
- Adolescente Gay
- ILoveMyShoes
- My Story (Pedro)
- Junta-te ao Clube (Gattaca)
- a & y (Alex) - sim, não está no alinhamento do teu blog, mas podes responder aqui...
- Um Ribatejano no Oeste
- O Meu Guião (Me, myself and I)
- Hammering in my Shell (Speedy)
- LusoBoy (se o fizeres em BD, melhor ainda!)
- Divagações... (Adam Wilde)
- Panic on Board (a mais recente - e que mais inveja me dá - admissão do meu reader)
- Felizes Juntos (Zoninho)
- Meia Noite e Um Quarto
- Comyxtura! (X)
- Incorformado
- Banalidades de um Gay Comum (Gil)
- My Other Side
- Eu não quero parar (Backpacker)
Finalmente, 7 coisas sobre nós:
- Quando conheci o P, pensei 'sou incapaz de namorar com uma pessoa assim!'
- Gostamos de 'o fazer' no carro, debaixo de uma grande chuvada.
- Mesmo que não esteja a chover, no meio das nossas viagens de carro, por vezes o ambiente 'aquece'.
- Eu gosto de cozinhar. O P gosta de lavar loiça. Não é uma piada, é mesmo assim.
- Quando durante a noite se ouve algum barulho estranho, costumo dizer ao P que é o espirito de uma criancinha que morreu precisamente no quarto dele. Ele assusta-se e não consegue dormir.
- Só comecei a ver o Festival da Eurovisão depois de conhecer o P.
- Adoro grandes pequenos-almoços. O P não consegue comer de manhã. Mas por vezes serve-me o pequeno-almoço na cama. :)
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Nova Iorque 3
Já estamos em 2013 e ainda não publiquei nada... está na altura de dar mais um avanço à nossa viagem aos states, ainda antes de atacar o versatile blogger award...
...
No dia seguinte as coisas começaram a complicar-se. O frio não dava tréguas, e agora havia a chuva também.
Despedimo-nos do Jack. Tive alguma pena de não ficar ali mais uns dias, simpatizei imenso com ele e o apartamento, apesar de pequeno, era muito acolhedor e bem localizado. Apanhámos o metro (que mais tarde fechou) quase para o Harlem. Na rua 105 (a toponímia de Nova Iorque pode parecer confusa no início, mas depois de se entender é do mais simples que há), já perto da Universidade da Columbia, fica a casa do Ben.
Quando dedicar um post ao couchsurfing vou ter de voltar a falar do Ben e de como por vezes uma coisa tão inocente como o couchsurfing pode ser perniciosa. Para já, digo-vos que o Ben é um nativo do Alabama, de 68 anos, ex-diretor de escola primária, agora reformado. Vive sozinho num sofisticado condomínio com porteiro de cartola que nos abre a porta do prédio e anuncia a nossa chegada aos residentes.
Falámos um pouco mas o que queríamos verdadeiramente era deixar as malar e sair para a rua, antes que caísse o dilúvio.
Havia poucas pessoas nas ruas, ao contrário de táxis que eram às centenas (devido ao furacão, numa medida pouco comum, os táxis podiam aceitar mais do que um passageiro). Muitas lojas estavam também fechadas, mas felizmente o Museu de História Natural estava aberto.
...
No dia seguinte as coisas começaram a complicar-se. O frio não dava tréguas, e agora havia a chuva também.
Despedimo-nos do Jack. Tive alguma pena de não ficar ali mais uns dias, simpatizei imenso com ele e o apartamento, apesar de pequeno, era muito acolhedor e bem localizado. Apanhámos o metro (que mais tarde fechou) quase para o Harlem. Na rua 105 (a toponímia de Nova Iorque pode parecer confusa no início, mas depois de se entender é do mais simples que há), já perto da Universidade da Columbia, fica a casa do Ben.
Quando dedicar um post ao couchsurfing vou ter de voltar a falar do Ben e de como por vezes uma coisa tão inocente como o couchsurfing pode ser perniciosa. Para já, digo-vos que o Ben é um nativo do Alabama, de 68 anos, ex-diretor de escola primária, agora reformado. Vive sozinho num sofisticado condomínio com porteiro de cartola que nos abre a porta do prédio e anuncia a nossa chegada aos residentes.
Falámos um pouco mas o que queríamos verdadeiramente era deixar as malar e sair para a rua, antes que caísse o dilúvio.
Havia poucas pessoas nas ruas, ao contrário de táxis que eram às centenas (devido ao furacão, numa medida pouco comum, os táxis podiam aceitar mais do que um passageiro). Muitas lojas estavam também fechadas, mas felizmente o Museu de História Natural estava aberto.
Apanhámos uma boa molha até lá chegar. Felizmente havia cacifos minúsculos por lá, onde guardámos o chapéu de chuva e os casacos molhados.
O American Museum of National History de Nova Iorque é um dos maiores e mais conhecidos museus do mundo, recebendo cerca de 5 milhões de visitantes por ano, o que o torna o sétimo museu mais visitado do mundo (o Louvre, claro, está em número um). Entre outras coisas, já serviu de palco a filmes como The Day After Tomorrow, Malcom X, Night at the Museum, The Relic (o que eu adorei este filme quando passou no cinema), The Devils wears Prada, Men In Black... É, obviamente, um marco incontornável em qualquer viagem a Nova Iorque, até porque é gratuito! Ahahah, grandiosa dica low cost aqui dos coelhos: o Museu Americano de História Natural, em Nova Iorque, é gratuito. Como podem ler tanto na página do museu como nos placards que estão à entrada, em letras minúsculas, o preço anunciado de cerca de 15€ por pessoa é a 'doação sugerida' para financiar as actividades do museu.
Há aqui um pequeno senão... o bilhete adquirido desta forma não permite assistir ao filme IMAX, coisa que eu sou um grande fã. Pensei que por ser num museu desta dimensão que o auditório IMAX fosse espetacular, mas não é. É, provavelmente, dos IMAX mais fracos onde já estive (há cinemas IMAX em 52 países do mundo, mas não em Portugal - mas já houve!), e claramente não merece os 17€ que pagámos para assistir ao documentário Tornado Alley. De resto, o museu é muito bom, muito didático, e nem demos conta das 4 horas que lá passámos (um dia não seria suficiente).
Demos conta, isso sim, de uma larica de todo o tamanho. Estávamos nos Estados Unidos, capital do fast food, e claro, não podíamos deixar de nos enfiarmos na cultura local! Fomos ao Shake Shack, uma cadeia de fast-food americana supostamente gourmet que nos tinha sido recomendada pelo Ben. Não sei exatamente o que era gourmet no menu, mas achei as batatas fritas cobertas de queijo fundido um bocadinho enjoativas.
Para desmoer (esta palavra não existe) fomos dar um passeio pelo Central Park, apesar da ameaça de chuva a todo o momento e dos 6 graus de temperatura. Foram cerca de 3km, onde passámos pelo Ladies' Pavilllon, mais um spot do Sexo e a Cidade (1º filme). O tempo estava uma verdadeira porcaria, e eu cheio de frio, por isso nem achei grande piada ao Central Park. Terminámos o passeio em Columbus Circle, bem em frente da Trump Tower (O Advogado do Diabo, Alta Golpada - Tower Heist) e do Time Warner Center, um centro comercial onde entrámos para aquecer um pouco e porque entretanto tinha começado a chover.
Um pouco mais quentes lá nos aventurámos pela Broadway abaixo até à Times Square. Os musicais tinham sido cancelados (fiz um mega-drama, mas já ultrapassei isso), mas alguns mantinham as luzes acesas. De novo mais uma chuvada, mesmo a tempo de nos abrigarmos na gigantesca loja de M&M's da Times Square. A loja, para além de ter M&M's de todas as cores e sabores, tem uma equipa de empregados divertida que começam a dançar de repente e fazem uma espécie de flashmob. Com a loja apinhada de pessoas a fugirem da chuva, foi impossível não entrarmos na dança também.
Depois de uma paragem no Starbucks lá fomos enfrentar o frio e a chuva na Times Square. Tirámos meia dúzia (ou centenas) de fotos, enquanto os neons estavam acesos, porque diziam que havia o risco de corte de energia (que acabou por acontecer), e fomos comer qualquer coisa ao McDonalds que ficava ali mesmo com vista para a praça, antes de regressarmos para casa do Ben.
Suggested General Admission, which supports the Museum's scientific and educational endeavors, includes admission to all 45 Museum halls and the Rose Center for Earth and Space. Should you wish to pay less than the suggested admission, you may do so by purchasing tickets at any admissions desk at the Museum.
Há aqui um pequeno senão... o bilhete adquirido desta forma não permite assistir ao filme IMAX, coisa que eu sou um grande fã. Pensei que por ser num museu desta dimensão que o auditório IMAX fosse espetacular, mas não é. É, provavelmente, dos IMAX mais fracos onde já estive (há cinemas IMAX em 52 países do mundo, mas não em Portugal - mas já houve!), e claramente não merece os 17€ que pagámos para assistir ao documentário Tornado Alley. De resto, o museu é muito bom, muito didático, e nem demos conta das 4 horas que lá passámos (um dia não seria suficiente).
Demos conta, isso sim, de uma larica de todo o tamanho. Estávamos nos Estados Unidos, capital do fast food, e claro, não podíamos deixar de nos enfiarmos na cultura local! Fomos ao Shake Shack, uma cadeia de fast-food americana supostamente gourmet que nos tinha sido recomendada pelo Ben. Não sei exatamente o que era gourmet no menu, mas achei as batatas fritas cobertas de queijo fundido um bocadinho enjoativas.
Para desmoer (esta palavra não existe) fomos dar um passeio pelo Central Park, apesar da ameaça de chuva a todo o momento e dos 6 graus de temperatura. Foram cerca de 3km, onde passámos pelo Ladies' Pavilllon, mais um spot do Sexo e a Cidade (1º filme). O tempo estava uma verdadeira porcaria, e eu cheio de frio, por isso nem achei grande piada ao Central Park. Terminámos o passeio em Columbus Circle, bem em frente da Trump Tower (O Advogado do Diabo, Alta Golpada - Tower Heist) e do Time Warner Center, um centro comercial onde entrámos para aquecer um pouco e porque entretanto tinha começado a chover.
Um pouco mais quentes lá nos aventurámos pela Broadway abaixo até à Times Square. Os musicais tinham sido cancelados (fiz um mega-drama, mas já ultrapassei isso), mas alguns mantinham as luzes acesas. De novo mais uma chuvada, mesmo a tempo de nos abrigarmos na gigantesca loja de M&M's da Times Square. A loja, para além de ter M&M's de todas as cores e sabores, tem uma equipa de empregados divertida que começam a dançar de repente e fazem uma espécie de flashmob. Com a loja apinhada de pessoas a fugirem da chuva, foi impossível não entrarmos na dança também.
Depois de uma paragem no Starbucks lá fomos enfrentar o frio e a chuva na Times Square. Tirámos meia dúzia (ou centenas) de fotos, enquanto os neons estavam acesos, porque diziam que havia o risco de corte de energia (que acabou por acontecer), e fomos comer qualquer coisa ao McDonalds que ficava ali mesmo com vista para a praça, antes de regressarmos para casa do Ben.
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
2012 last words
À semelhança do ano passado, não vamos passar a meia noite juntos. O P vai passar o reveillon com os pais, e eu com o grupo de amigos habitual. Um grupo de amigos fantástico, alguns dos quais eu adoro como irmãos, que conhecem o P, mas que nem sonham (e não está nos planos que venham a saber tão depressa) que namoramos há mais de 3 anos.
Ainda não foi em 2012 que nos mudámos para uma toca só nossa. A conjuntura não facilita a compra de casa, e de resto essa ainda não foi uma verdadeira prioridade. Porém, em 2013 entrarei nos 30's, e talvez esteja na altura de redefinir prioridades. Será algo a pensar a partir de amanhã. Por enquanto vamos vivendo aqui nesta casa alugada, partilhada com outras pessoas, habitualmente estudantes.
No que respeita a viagens, a minha segunda grande paixão, 2012 foi um ano muito bom. Começámos com a Eurobunny Tour 2, a Barcelona, Berlim, Budapeste e Genebra, depois foi a vez da estupenda Andaluzia (Sevilha, Granada, Córdoba, Málaga, Cadiz) e ainda de ir ao Reino Unido (ou melhor, Gibraltar) e a Marrocos. Em Junho passámos quase uma semana na espetacular Escócia, mas já nessa altura as nossas mentes só pensavam na viagem de três semanas aos Estados Unidos que fizemos no final de Outubro. Antes ainda da epopeia americana passámos uns dias pelo Algarve, não só para fazer praia mas também para conhecer melhor a zona do país em que devo ser mais deficitário.
O próximo ano não será assim, infelizmente. Ainda não será desta que faço o eixo Tailândia - Malásia - Singapura, nem o Trilho Inca no Peru. Há muitos anos que não me lembro de não ter projectos de viagens para o ano seguinte, mas é a situação atual. A ver vamos, como diz o outro.
Desejo a todos um excelente 2013. A parte divertida de andar pela blogosfera não é o que eu escrevo aqui, mas o que leio pelos vossos blogues. Por isso, mantenham-se por cá.
Bunnyhugs!
sábado, 15 de dezembro de 2012
Nova Iorque 2
No segundo dia em Nova Iorque começámos por explorar a zona do Jack, o bairro de Chelsea e a Village. A uns 2 quarteirões (tudo se mede em quarteirões, que basicamente correspondem a cada quadrícula do mapa de Manhattan) da casa do Jack fica a High Line, construída em 1847 com um objetivo totalmente diferente do seu uso atual. Inicialmente era uma via ferroviária elevada, ou seja, uma ponte por onde passavam combóios (que inclusivamente atravessa edifícios) que abasteciam de mercadorias a área do Meatpacking District. Porém, as pressões do lobby dos transportes rodoviários de mercadorias levaram a que a linha fosse desativada, e posteriormente deixada ao abandono. Finalmente, em 1999, numa altura que se falava em demolir a estrutura, um grupo de pessoas conseguiu algo estupendo: não só evitaram a sua demolição como conseguiram transformar estes quase dois quilómetros de ponte... num parque. Já conhecia a história de um documentário do National Geographic (não encontrei esse mas este é igualmente bom), mas ao vivo é muito melhor!
Por todo o lado viam-se dois tipos de decoração: campanha para as eleições e Halloween. Sempre tive curiosidade de perceber como é que esta tradição tão americana é vivida no seu país de origem (o que nem é verdade, o Halloween tem origem celta). Havia imensas casas decoradas com teias de aranha, vasouras, bruxas, esqueletos e, porta sim porta sim, abóboras.
Fomos andando por Greenwich Village até chegarmos ao número 66 da Perry Street. Fica aqui a foto do que encontrámos lá. Alguém sabe o que é?
Na esquina desse quarteirão fica a The Magnolia Bakery, que é provavelmente a loja de cupcakes mais famosa do mundo. Não sou grande fã de cupcakes, mas não podiamos evitar comprar ali um, um autêntico cliché.
Mais do que chuva, o vento e frio eram agressivos. Tinha levado sapatilhas porque toda a gente me disse "em Nova Iorque prepara-te para andar", e a maioria do tempo... tinha os pés frios.
Andando mais um bocado a pé, chegámos a um marco que, como gays, não poderíamos evitar: The Stonewall Inn, um local mítico na história dos direitos dos homossexuais quando, em 1969, foi alvo de um violento confronto entre polícias e clientes do bar. O bar estava fechado, e parece que o negócio não tem corrido muito bem. Desde 1969 já ocuparam aquele espaço um restaurante chinês, uma sapataria e uma loja de sandwiches e bagels. Desde 2007 que é novamente o The Stonewall Inn, where pride began! A Gay Street, que não tem nada a ver com gays exceto no nome, fica também ali ao pé.
Mais 10 minutos e chegámos à Washington Square, um parque muito giro, com um Arco do Triunfo, construído na celebração dos 100 anos da presidência de George Washington. Este parque serve também de campus à New York University, e por isso estava cheio de estudantes a comerem as suas marmitas.
Do lado oposto ao Washington Arch fica a Judson Memorial Church, uma igreja baptista que viria a ter relevância nos dias seguintes.
Apanhámos o metro para Battery Park, bem na ponta sul de Manhattan. Daqui saem os ferries para Staten Island (estes ferries são gratuitos, a vista para a cidade é espetacular e é um dos melhores segredos lowcost de Nova Iorque). Porém, havia outro ferry à nossa espera: o que nos levaria à Estátua da Liberdade.
Os procedimentos de segurança são do género aeroporto, antes de embarcar e depois de chegar à Liberty Island. É possível subir à cabeça da estátua, mas esses bilhetes esgotam com muita antecedência. Com menos antecedência também esgotam os bilhetes para entrar no pedestal da estátua, mas como tinha comprado online não corri esse risco. Os bilhetes mais básicos permitem apenas visitar a ilha, mas não entrar na base da estátua.
Ficámos umas 2h30 por lá. O bilhete incluia ainda uma visita a Ellis Island, onde chegavam milhões de imigrantes de todo o mundo entre 1892 e 1954, devido ao mau tempo que se avizinhava já não fomos a tempo da visita a essa ilha.
De volta a Battery Park, fomos ao Castel Clinton, uma forte que também serviu de entrada na busca do sonho americano a 8 milhões de pessoas, de 1855 a 1890, entre eles, Joseph Pulitzer, em honra dos quais são atribuidos os prémios Pulitzer, enquanto comíamos bagels.
Toda a cidade é muito cinematográfica, especialmente a baixa de Manhathan. Estar ali com o P encheu-me o coração de alegria. Nunca tive o desejo de ir a Nova Iorque, mas sabia que isso era um sonho para ele. Pelo contrário, a viagem a Paris era um sonho de ambos, mas para mim tinha um significado especial. Ver o P ali em Manhathan tal como o vi em Paris, apesar de todas as merdas que se passam nas nossas vidas e das dificuldades que passamos para manter esta relação, fez-me sentir o homem mais feliz do mundo.
Voltámos ao metro, para irmos ao edifício mais alto de Nova Iorque, o Empire State Building. Um bom truque é ir ao final da tarde, para poder ver lá de cima o anoitecer e as luzes da cidade a acender. Conseguimos isso, e deixem que vos diga que a vista é espetacular. Sem dúvida, subir ao Empire State Building é um marco inevitável numa viagem à Big Apple. Só foi mesmo pena que a máquina fotográfica não seja melhor, mas um dia havemos de ter uma máquina com objectivas maiores que os nossos piços (quando vejo alguém com máquinas fotográficas com grandes lentes e objetivas digo que é para compensar os piços pequenos).
Saímos do Empire já tarde. Tínhamos combinado jantar com o Jack, mas antes do jantar fizemos a degustação de um vinho e um queijo que lhe tínhamos levado de cá. Depois fomos jantar a um restaurante mexicano ali perto, muito posh. O Jack ofereceu-nos o jantar. Voltámos para casa, mais um copo de vinho e fomos dormir.
Mais do que chuva, o vento e frio eram agressivos. Tinha levado sapatilhas porque toda a gente me disse "em Nova Iorque prepara-te para andar", e a maioria do tempo... tinha os pés frios.
Andando mais um bocado a pé, chegámos a um marco que, como gays, não poderíamos evitar: The Stonewall Inn, um local mítico na história dos direitos dos homossexuais quando, em 1969, foi alvo de um violento confronto entre polícias e clientes do bar. O bar estava fechado, e parece que o negócio não tem corrido muito bem. Desde 1969 já ocuparam aquele espaço um restaurante chinês, uma sapataria e uma loja de sandwiches e bagels. Desde 2007 que é novamente o The Stonewall Inn, where pride began! A Gay Street, que não tem nada a ver com gays exceto no nome, fica também ali ao pé.
Mais 10 minutos e chegámos à Washington Square, um parque muito giro, com um Arco do Triunfo, construído na celebração dos 100 anos da presidência de George Washington. Este parque serve também de campus à New York University, e por isso estava cheio de estudantes a comerem as suas marmitas.
Do lado oposto ao Washington Arch fica a Judson Memorial Church, uma igreja baptista que viria a ter relevância nos dias seguintes.
Apanhámos o metro para Battery Park, bem na ponta sul de Manhattan. Daqui saem os ferries para Staten Island (estes ferries são gratuitos, a vista para a cidade é espetacular e é um dos melhores segredos lowcost de Nova Iorque). Porém, havia outro ferry à nossa espera: o que nos levaria à Estátua da Liberdade.
Os procedimentos de segurança são do género aeroporto, antes de embarcar e depois de chegar à Liberty Island. É possível subir à cabeça da estátua, mas esses bilhetes esgotam com muita antecedência. Com menos antecedência também esgotam os bilhetes para entrar no pedestal da estátua, mas como tinha comprado online não corri esse risco. Os bilhetes mais básicos permitem apenas visitar a ilha, mas não entrar na base da estátua.
Ficámos umas 2h30 por lá. O bilhete incluia ainda uma visita a Ellis Island, onde chegavam milhões de imigrantes de todo o mundo entre 1892 e 1954, devido ao mau tempo que se avizinhava já não fomos a tempo da visita a essa ilha.
De volta a Battery Park, fomos ao Castel Clinton, uma forte que também serviu de entrada na busca do sonho americano a 8 milhões de pessoas, de 1855 a 1890, entre eles, Joseph Pulitzer, em honra dos quais são atribuidos os prémios Pulitzer, enquanto comíamos bagels.
Toda a cidade é muito cinematográfica, especialmente a baixa de Manhathan. Estar ali com o P encheu-me o coração de alegria. Nunca tive o desejo de ir a Nova Iorque, mas sabia que isso era um sonho para ele. Pelo contrário, a viagem a Paris era um sonho de ambos, mas para mim tinha um significado especial. Ver o P ali em Manhathan tal como o vi em Paris, apesar de todas as merdas que se passam nas nossas vidas e das dificuldades que passamos para manter esta relação, fez-me sentir o homem mais feliz do mundo.
Voltámos ao metro, para irmos ao edifício mais alto de Nova Iorque, o Empire State Building. Um bom truque é ir ao final da tarde, para poder ver lá de cima o anoitecer e as luzes da cidade a acender. Conseguimos isso, e deixem que vos diga que a vista é espetacular. Sem dúvida, subir ao Empire State Building é um marco inevitável numa viagem à Big Apple. Só foi mesmo pena que a máquina fotográfica não seja melhor, mas um dia havemos de ter uma máquina com objectivas maiores que os nossos piços (quando vejo alguém com máquinas fotográficas com grandes lentes e objetivas digo que é para compensar os piços pequenos).
Saímos do Empire já tarde. Tínhamos combinado jantar com o Jack, mas antes do jantar fizemos a degustação de um vinho e um queijo que lhe tínhamos levado de cá. Depois fomos jantar a um restaurante mexicano ali perto, muito posh. O Jack ofereceu-nos o jantar. Voltámos para casa, mais um copo de vinho e fomos dormir.
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