...a musiquinha estúpida que se alojou na minha cabeça!
quinta-feira, 30 de junho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Vivos mas pouco
Estamos vivos, sim! Mas a canícula não perdoa, e apesar do verão atípico (que saudades das verdadeiras noites de verão, das caipirinhas do Meninos do Rio seguidos de um pezinho no BBC ou melhor ainda, no Urban...) este blog tem sido bastante negligênciado.
Espero corrigir isso nos próximos tempos, porque infelizmente não há férias à vista nos próximos tempos. Houve um dia no Alentejo (calma Mike, não fomos à tua terra), há um fim-de-semana pensado, mas falarei disso mais próximo do momento. Para já, vou dormir uma sonequinha... (o meu bunny não está cá). :-(
Espero corrigir isso nos próximos tempos, porque infelizmente não há férias à vista nos próximos tempos. Houve um dia no Alentejo (calma Mike, não fomos à tua terra), há um fim-de-semana pensado, mas falarei disso mais próximo do momento. Para já, vou dormir uma sonequinha... (o meu bunny não está cá). :-(
terça-feira, 14 de junho de 2011
Goste-se ou não... Gaga, estás lá!
Lady Gaga considerou-se "filha da diversidade" no desfile Europride
Lady Gaga tocou alguns acordes do seu êxito "Born This Way" e exigiu o fim da discriminação contra os homossexuais, considerando-se uma "filha da diversidade, durante o desfile "Europride", que decorreu em Roma.
A cantora, que surgiu de cabeleira verde, deliciou os milhares de fans com um breve espectáculo em Roma, mas dedicou grande parte da sua presença a denunciar a intolerância e a discriminação contra os homossexuais e transexuais.
"Muitas vezes perguntam-se o quanto eu sou gay e a minha resposta é: sou uma filha da diversidade", disse.
Lady Gaga lamentou ainda que os jovens homossexuais sejam muitas vezes susceptíveis ao "suicídio, isolamento e auto-aversão".
Centenas de milhares de pessoas desfilaram, sábado, em Roma no "Europride", uma parada homossexual que serviu para protestar contra os ditames do Vaticano e a Itália "retrógrada" do primeiro-ministro Silvio Berlusconi.
Muitas levavam cartazes em que a cúpula da Basílica de São Pedro surgia cortada por um "não" ou que proclamavam "Papa não, Gaga sim", referindo-se à artista norte-americana Lady Gaga, que actuou depois do desfile.
Entre 300 mil e 500 mil, segundo a polícia - com a organização a fixar-se nos 400 mil - dançaram à volta de cerca de 40 camiões, com um pequeno comboio reservado para as "famílias arco-íris" de pais homossexuais e as suas crianças.
No ano passado, quando questionado sobre os escândalos sexuais em que esteve envolvido, Silvio Berlusconi respondeu que "é melhor gostar de meninas bonitas do que ser 'gay'".
Os manifestantes do "Europride" retribuíram, este ano, o "mimo": em cartazes e camisolas, um dos dizeres era "é melhor ser 'gay' do que ser Berlusconi".
"Muitas vezes perguntam-se o quanto eu sou gay e a minha resposta é: sou uma filha da diversidade", disse.
Lady Gaga lamentou ainda que os jovens homossexuais sejam muitas vezes susceptíveis ao "suicídio, isolamento e auto-aversão".
Centenas de milhares de pessoas desfilaram, sábado, em Roma no "Europride", uma parada homossexual que serviu para protestar contra os ditames do Vaticano e a Itália "retrógrada" do primeiro-ministro Silvio Berlusconi.
Muitas levavam cartazes em que a cúpula da Basílica de São Pedro surgia cortada por um "não" ou que proclamavam "Papa não, Gaga sim", referindo-se à artista norte-americana Lady Gaga, que actuou depois do desfile.
Entre 300 mil e 500 mil, segundo a polícia - com a organização a fixar-se nos 400 mil - dançaram à volta de cerca de 40 camiões, com um pequeno comboio reservado para as "famílias arco-íris" de pais homossexuais e as suas crianças.
No ano passado, quando questionado sobre os escândalos sexuais em que esteve envolvido, Silvio Berlusconi respondeu que "é melhor gostar de meninas bonitas do que ser 'gay'".
Os manifestantes do "Europride" retribuíram, este ano, o "mimo": em cartazes e camisolas, um dos dizeres era "é melhor ser 'gay' do que ser Berlusconi".
(fonte no título, sublinhado meu)
E o vídeo (não encontrei sem a dobragem em italiano).
Tunisia IV
Continuando as crónicas tunisinas....
O segundo dia da excursão ao deserto começou bem cedo. Às 3h30 (sim, à hora a que me deito a maioria das vezes) estávamos a tomar o pequeno almoço, e às 4 a zarpar do hotel. O Sol nasceu pouco depois, portanto foi tudo feito já à luz do dia. Começámos por visitar um dos maiores oásis da Tunísia, próximo da cidade de Chebika, que na prática são vários hectares de palmeiras com pequenos regadios entre eles, bem diferente da ideia de oásis que habitualmente nos vem à cabeça.
Uma das atrações era ver uma das maiores cascatas do deserto do Saaara, mas... acho que até o chuveiro da casa de banho deita mais água. Enfim, em terra de cegos quem tem olho é rei! Passámos também pelo Lago de Chott el Djerid, um lago de água salgada que nesta altura do ano só tinha umas poças aqui e ali, e pilhas de sal por todo o lado. O ambiente é um bocado inóspito, e aqui também foi um dos cenários da Guerra das Estrelas, para além de ser, de acordo com a mitologia grega, o local de nascimento da deusa Atena (vinda de um sítio tão agreste, não admira que tenha ficado virgem...).
Ainda houve mais uma viagem a outro oásis, agora em 4x4, com direito a mais explicações sobre o cerne da economia local, a palmeira, e passagem por alguns cenários do filme O Paciente Inglês (e já agora, para quem não sabia...). A fronteira com a Algéria, esse país simpático e pacífico, ficava a apenas 1km.
Depois do almoço e já no caminho de regresso parámos em Kairouan, antiga capital da Tunísia, e considerada a quarta cidade sagrada do Islão. Dizem que a mesquita é muito bonita, mas como nós não rezamos virados para Meca não nos permitiram a entrada, nem mesmo com a minha Ghutra. Whatever...
O segundo dia da excursão ao deserto começou bem cedo. Às 3h30 (sim, à hora a que me deito a maioria das vezes) estávamos a tomar o pequeno almoço, e às 4 a zarpar do hotel. O Sol nasceu pouco depois, portanto foi tudo feito já à luz do dia. Começámos por visitar um dos maiores oásis da Tunísia, próximo da cidade de Chebika, que na prática são vários hectares de palmeiras com pequenos regadios entre eles, bem diferente da ideia de oásis que habitualmente nos vem à cabeça.
Uma das atrações era ver uma das maiores cascatas do deserto do Saaara, mas... acho que até o chuveiro da casa de banho deita mais água. Enfim, em terra de cegos quem tem olho é rei! Passámos também pelo Lago de Chott el Djerid, um lago de água salgada que nesta altura do ano só tinha umas poças aqui e ali, e pilhas de sal por todo o lado. O ambiente é um bocado inóspito, e aqui também foi um dos cenários da Guerra das Estrelas, para além de ser, de acordo com a mitologia grega, o local de nascimento da deusa Atena (vinda de um sítio tão agreste, não admira que tenha ficado virgem...).
Ainda houve mais uma viagem a outro oásis, agora em 4x4, com direito a mais explicações sobre o cerne da economia local, a palmeira, e passagem por alguns cenários do filme O Paciente Inglês (e já agora, para quem não sabia...). A fronteira com a Algéria, esse país simpático e pacífico, ficava a apenas 1km.
Depois do almoço e já no caminho de regresso parámos em Kairouan, antiga capital da Tunísia, e considerada a quarta cidade sagrada do Islão. Dizem que a mesquita é muito bonita, mas como nós não rezamos virados para Meca não nos permitiram a entrada, nem mesmo com a minha Ghutra. Whatever... Chegámos ao nosso hotel ainda a tempo de um bocadinho de piscina e do jantar. Depois houve mais um tradicional bailarico, mas preferimos aterrar no bar a fumar uma shisha e beber chá de menta.
Santo António
Desde que vivo em Lisboa, há já uns anos, que o Santo António tem um significado muito especial. Há habitualmente sardinhada com os amigos, bem regada, antes de sairmos para um bairro típico da cidade dar o pezinho de dança ao som da música popular - agora que penso nisso, deve ser o único do ano! É que ao invés do P, que vibra com tudo o que é Rosinha a levar no pacote (Edu, esta é para ti...) ou o ritmo do Emanuel e começa logo a trautear, isso não faz muito o meu género.
Pelo segundo ano voltei à Bica (onde marcha o Gil), já enjoado de anos de Castelo, Graça e Alfama. Infelizmente o P não foi, para aproveitar o feriado lisboeta para estar com a família. Os meus argumentos (manipuladores) de que eu também sou família não surtiram efeito. Foi divertido, mas sinto a falta dele nestes momentos, apesar de saber que de qualquer forma não o ia abraçar ou dançar com ele...
Pelo segundo ano voltei à Bica (onde marcha o Gil), já enjoado de anos de Castelo, Graça e Alfama. Infelizmente o P não foi, para aproveitar o feriado lisboeta para estar com a família. Os meus argumentos (manipuladores) de que eu também sou família não surtiram efeito. Foi divertido, mas sinto a falta dele nestes momentos, apesar de saber que de qualquer forma não o ia abraçar ou dançar com ele...
sábado, 4 de junho de 2011
O nosso 'mapa-mundi'
Faz hoje 1 ano que a lei que permite o casamento de pessoas do mesmo sexo entrou em vigor. Nos últimos tempos terá sido uma das poucas coisas que me levou a sentir orgulho em ser Português.
Este é o panorama internacional atual. Assustam-me os vermelhos. Há ainda tanta gente estúpida neste mundo...
Retirado daqui.
Este é o panorama internacional atual. Assustam-me os vermelhos. Há ainda tanta gente estúpida neste mundo...
Retirado daqui.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Tunisia III
Eu bem queria escrever esta história da Tunísia rapidamente, mas aqui o meu P tem feito tudo o que pode para me atrasar... hehehe, private joke.
Ao quarto dia na Tunísia foi o dia do nosso tour ao sul do país, que duraria dois dias. Saímos às 4 da manhã (ainda não referi que amanhece muito cedo), já com o pequeno-almoço tomado. Tal como combinado na agência onde comprei o tour, em Hammamet, seria feito numa carrinha de 9 lugares, com condutor e guia e um máximo de 7 turistas. Para além de nós os dois havia um casal de italianos e um casal de canadenses com a sogra paraplégica. Os canadenses eram super-simpáticos, apesar de terem bastante aversão a falar inglês (Quebec, está-se mesmo a ver...).
A primeira paragem foi cerca de 2 horas depois, no 2º maior coliseu romano do mundo, logo depois do de Roma, em El Jem. Ainda não fomos a Roma, mas este coliseu é impressionante pela dimensão e imponência. Houve visita guiada ao interior (apesar de serem 7 da manhã, já estava aberto e cheio de turistas).
Depois de mais três horas de viagem, com paragem para o tradicional chá de menta (tanto chá de menta que eu bebi nesta viagem...) fomos visitar algumas casas trogloditas (é mesmo assim), habitações construídas debaixo da terra em pleno deserto, na região de Matmâta. Neste cenário foram gravadas algumas cenas do filme Star Wars Episode IV: A New Hope. Os habitantes locais são muito simpáticos (não fosse a importância do turismo para a economia local!) e ofereceram-nos pão típico e chá... de menta.
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| Imagem da Guerra das Estrelas: Episódio IV |
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| À medida que íamos andando para sul a paisagem tornava-se mais árida |
Mais uma hora a caminho do sul, com paragens aqui e ali para fotos, e chegámos ao hotel onde íamos almoçar. O almoço não era nada de transcendente, mas os couscous não eram maus. O hotel tinha boa pinta e não me importava de ter ficado por ali.
Mais ainda nos faltavam mais uns quilómetros até chegar a Douz, onde ficam as Portas do Deserto e onde começa efetivamente o Deserto do Saara em território tunisino. Numa das paragens comprei uma Ghutra com um Agal azul giro, que o guia me ensinou a colocar.
Já em pleno deserto a sério fizemos um passeio de dromedário (camelos de duas bossas é na Ásia). Foi nessa altura que ficámos sem bateria na máquina, mas os amigos canadenses ofereceram-se para tirar fotos que enviaram depois por email.
Ficámos num hotel simpático, virado para o deserto, com uma piscina de água termal quente espetacular. É que apesar do calor do deserto à noite arrefece bastante, e a piscina parecia mesmo uma sopa... de coelhos!
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Portugal Melhor
Ah e tal, só se fala de crise, aqui fica um vídeo que também mostra um bocadinho do lado bom. Um video de portugueses para portugueses...
Crónicas da bunnytrip à Tunísia seguem dentro de momentos...
Crónicas da bunnytrip à Tunísia seguem dentro de momentos...
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Tunisia II
No segundo dia ficámos no hotel para nos encontrarmos com o guia da agência de viagens, para ele nos mostrar as excursões opcionais. Fiquei muito desiludido com ele, eu próprio sabia mais coisas das excursões do que ele. Fiz-lhe algumas perguntas e deu para perceber que era um pacote rígido e sem qualquer margem de personalização possível. Visita a Tunis, visita a Cartago, Tour ao sul da Tunísia de 2 dias... acabámos por ir ao centro de Hammamet nesse dia, e lá comprei um programa idêntico, ao mesmo preço mas com algumas características que me agradavam: grupos pequenos, no máximo de 7 pessoas, com percurso que podia ser personalizado se todos estivessem de acordo.
Hammamet não é muito grande, faz lembrar de certa forma o Algarve, tirando todos os tunisinos que tentam vender até a alma da avó! Havia bastante policiamento e múltiplos controlos ao longo da estrada.
No hotel havia uma equipa de animadores divertida, e à noite terminávamos sempre em danças de grupo improvisadas entre turistas alemães e holandeses, que culminavam com uma espécie de 'apita o combóio' de levar às lágrimas de tanto rir.
No dia seguinte voltámos ao centro de Hammamet para a nossa primeira verdadeira experiência tunisina! Apanhámos um louage, que basicamente são táxis de 9 lugares que partem quando estão cheios de passageiros para o mesmo destino, no nosso caso para Tunis. Claro que éramos os únicos não-tunisinos no carro, e a viagem de 1hora entre pessoal com aspecto sujo e de odores intensos não foi propriamente do agrado do meu bunny.
Hammamet não é muito grande, faz lembrar de certa forma o Algarve, tirando todos os tunisinos que tentam vender até a alma da avó! Havia bastante policiamento e múltiplos controlos ao longo da estrada.
No hotel havia uma equipa de animadores divertida, e à noite terminávamos sempre em danças de grupo improvisadas entre turistas alemães e holandeses, que culminavam com uma espécie de 'apita o combóio' de levar às lágrimas de tanto rir.
No dia seguinte voltámos ao centro de Hammamet para a nossa primeira verdadeira experiência tunisina! Apanhámos um louage, que basicamente são táxis de 9 lugares que partem quando estão cheios de passageiros para o mesmo destino, no nosso caso para Tunis. Claro que éramos os únicos não-tunisinos no carro, e a viagem de 1hora entre pessoal com aspecto sujo e de odores intensos não foi propriamente do agrado do meu bunny.
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| A praça de louages de Tunis |
Ficámos algumas horas em Tunis, onde vimos os pontos principais e fizemos algumas compras no souk (mercado na parte velha - medina - das cidades árabes). E como não podia deixar de ser... fomos enrolados! Tinha lido imenso sobre o souk de Tunis, para não dar abébias aos simpáticos locais que se oferecem para visitas guiadas, mas... depois de ter feito o percurso sugerido no LonelyPlanet pelo mercado eis que estou olhar para o mapa a tentar localizar-me e aproxima-se um simpático local a oferecer ajuda. Inicialmente recusei, mas ele insistiu e acabei por lhe explicar, no meu enferrujado francês, para onde queríamos ir. Prontamente ele ofereceu-se para nos levar lá, e pelo meio ainda nos mostraria algo a que poucas pessoas têm acesso. E depois de algumas voltas no meio da multidão entrámos numa loja de tapetes e começámos a subir escadas até ao terraço. Quando dou por mim, estávamos num dos pontos mais altos da cidade velha, mesmo ao lado da Mesquita Al-Zaytuna (ou azeitona, como lhe chamávamos). Muito solícito, explicou-nos vários pormenores da cidade e da sua construção, e da importância das mesquitas no Islão. E ainda nos tirou fotos!
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| O nosso 'guia local' |
Enquanto descíamos ele foi-nos explicando alguns pormenores sobre a indústria dos perfumes, da qual até já tinha ouvido falar. Em dois passos levou-nos até à loja da sua família e começou a mostrar-nos perfumes. A pouco e pouco já tínhamos tantos perfumes diferentes nos braços que já nem os distinguia. Daí começámos a discutir preços e depois de regatear até à exaustão acabámos por comprar um perfume que o P. adorou. Até foi um episódio divertido. E deixou-nos precisamente no sítio que lhe pedi, o hamman El-Kachachine. Bem, o hamman não era exactamente o que eu esperava, e acabámos por não entrar (ou melhor, entrámos e saímos logo). Preferimos ir a Sidi Bou Said, uma cidade toda de branco e azul a cerca de 30 minutos de Tunis, onde vimos um pôr do sol espetacular!
Tunisia I
Tudo o que é bom acaba depressa e infelizmente a nossa semaninha de férias passou num ápice. Esta semana já foi de labuta. Certamente já devem ter dito ou ouvido dizer, devíamos ter férias para descansar das férias. Quem não devia achar muita graça a isso era a Sra. Merkel, mas enfim...
Como tinha dito no post anterior, a viagem acabou por ser comprada a uma agência espanhola, que ofereceu um preço significativamente mais baixo para condições idênticas às oferecidas pelas agências portuguesas. Além disso, comprar a uma agência espanhola reduziu o risco de encontrar portugueses na viagem e deu-nos mais alguma segurança. Passe a publicidade, a agência é a DominicanaTours (mas a Abreu também é muito boa!!!)
Uma vez que a viagem saía de Madrid tivémos de comprar o voo de ligação à parte, que acabou por ser pela Iberia. Não gosto muito desta companhia (nunca viajei na Alitália), mas a 22€ a cada um por percurso quem é que se pode queixar?
De Madrid para Tunis fomos pela Tunisair, a companhia de bandeira tunisina. À chegada tínhamos o autocarro à espera para nos levar ao hotel (infelizmente não era uma limusina branca). Do aeroporto a Hammamet levámos cerca de 1h, sendo que o autocarro ainda fez algumas paragens para deixar pessoas que ficaram noutros hóteis. No nosso apenas ficámos nós. Havia um pequeno grupo de portugueses no autocarro mas ficaram noutro hotel.
Depois de pesquisas exaustivas no tripadvisor, no booking e no lonelyplanet acabei por escolher o Iberostar Belisaire (4 estrelas), por apresentar a melhor relação qualidade/preço. As críticas eram francamente positivas, classificando-o melhor do que muitos 5 estrelas, e o facto de pertencer a uma cadeia internacional foi também um factor que me foi recomendado pelas várias pessoas com quem falei.
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