Estamos de volta da nossa viagem ao sul de Espanha. Mas como o blogger não colaborou, os posts que tinha aqui programados não saíram.
Era o nosso último dia em Budapeste, mas ainda nos faltava visitar um dos ex-libris da cidade: o Parlamento.
Saímos de casa cedo, já com as malas apesar do voo ser só às 16h, porque os nossos anfitriões iriam estar a trabalhar/estudar todo o dia. O Gusztáv acompanhou-nos até Nyugati pályaudvar, a Estação Oeste (pela Estação Este tínhamos passado no autocarro turístico). A Estação Oeste é giríssima por fora e por dentro, deu-me um pouco a sensação de estar num cenário do Um Crime no Expresso do Oriente, da Agatha Christie.
Depois das despedidas, abraços, 'venham ver-nos a Portugal', 'voltem quando quiserem', fomos deixar as malas nos cacifos e partir para o Parlamento. Porém, alguma coisa tinha de correr mal! Uma qualquer cerimónia da União Europeia (ok Mark, desta vez não gosto da UE) impediu que visitássemos o interior. Por fora é uma obra fantástica, das mais espetaculares que já vi. Tirámos fotos como se não houvesse amanhã.
Uma curta viagem de eletrico depois, estávamos de novo junto à Ponte das Correntes, e após mais umas quantas fotos fomos tomar o pequeno almoço ao JégBüfé, uma pastelaria intacta desde o período comunista e com bolos deliciosos. Só não tem é cadeiras para sentar, ou se come ao balcão ou se vai comer para a rua (parece que naquele tempo os soviéticos não eram muito dados a socializar nos cafés, lol). Optámos por comer na rua, porque o dia estava agradável e havia por ali bastantes ruas pedestres com bancos.
Voltámos para a estação por volta das 13h, e ainda fomos comer qualquer coisa ao McDonalds. Só então apanhámos o comboio para o aeroporto. Às 18h30 estávamos em Genebra.
Não preparei muito a visita a Genebra. Não era uma cidade que tivesse muita curiosidade em conhecer, mas as rotas da easyjet fizeram com que essa fosse a cidade de ligação com melhores preços para regressarmos a Lisboa. No entanto, não descurei um pormenor... os turistas (desde que alojados em hotéis, hostels ou parques de campismo) não pagam transportes públicos em Genebra! Pois, países do 1º mundo é outra loiça! Para começar, no aeroporto na zona onde se recolhe a bagagem há uma máquina que emite gratuitamente um bilhete para o comboio de ligação ao centro da cidade. Depois, quando se faz o check-in no hotel é dado um bilhete que permite usar gratuitamente a rede de transportes durante a estadia.
Ficámos no City Hostel, um dos poucos hostels que encontrei em Genebra, por 30€ cada num quarto duplo. Uma vez que ficaríamos por ali apenas uma noite nem procurei alguém que nos emprestasse um sofá. Fomos às compras ao Lidl (é tudo super caro!) e fizemos o jantar na cozinha do hostel.
E fomos para a cama tirar a barriga de misérias, que finalmente tínhamos alguma privacidade! :)





















































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